O que dá para automatizar numa casa
Quase tudo que hoje depende de um interruptor, de um controle remoto ou de alguém lembrar: iluminação e cenas, portões e fechaduras, câmeras, cortinas e persianas, ar-condicionado, irrigação do jardim, bomba e aquecimento da piscina, além da própria rede Wi-Fi da casa.
O segredo não é a quantidade de aparelhos, e sim que tudo converse entre si e apareça num único app, organizado pelos ambientes do projeto.
- Iluminação com cenas (chegada, jantar, cinema, boa noite)
- Portão, fechadura digital e câmeras com registro de acesso
- Irrigação que respeita a chuva
- Piscina: filtragem, aquecimento e LED
- Rede Wi-Fi e cabeamento dimensionados por ambiente
Por que fazer junto com o arquiteto
Quando a automação entra depois, a obra paga duas vezes: parede quebrada, eletroduto refeito, equipamento aparente. Quando entra no projeto, cada ponto de rede, sensor e câmera já tem lugar, caminho de cabo e espaço na marcenaria.
Por isso a Bevilacqua Arquitetura e a FlamaTech trabalham na mesma planta, do estudo inicial à entrega.
Atendimento na região
São José dos Campos e Vale do Paraíba, além das casas de praia do Litoral Norte, onde a gestão a distância faz ainda mais diferença.
Perguntas frequentes
Automação residencial vale a pena em casa nova?
É quando ela sai mais barata e mais bonita: a infraestrutura entra na obra, sem quebrar nada depois, e os equipamentos ficam integrados ao projeto.
Preciso de internet para a casa funcionar?
Não para o básico. A central fica dentro da casa; a internet serve para acessar de fora e receber avisos no celular.
Cada morador tem o seu acesso?
Sim. Cada pessoa tem usuário e senha, e vê só o que precisa — o jardineiro, por exemplo, pode ver só a irrigação.

